mai 31, 2008
mai 10, 2008
Manneken-pis
La statuette aurait été commandée en 1619 à Jérôme Duquesnoy. Celle-ci fut protégée par les Bruxellois lors du siège de la ville par les Français en 1695. La statue actuelle serait une réplique, l'original ayant disparu dans les années 1960.
Deux légendes circulent à son propos. Une d'entre elles raconte qu'un enfant aurait éteint, à sa manière, la mèche d'une bombe avec laquelle les ennemis voulaient mettre le feu à la cité ; une autre raconte qu'un enfant perdu aurait été retrouvé par son père, riche bourgeois de Bruxelles, dans la position que l'on imagine.
Il est de tradition d'offrir au Manneken Pis des vêtements à des occasions spéciales notamment pour honorer une profession. La garde-robe actuelle comprend des centaines de costumes qui sont pour la plupart conservés à la Maison du Roi, un musée de la ville de Bruxelles, situé sur la Grand-Place.
Autrefois, le jet d'eau était à l'occasion de fêtes remplacé par des breuvages moins transparents (hydromel, vin). Ainsi, on rapporte qu'en 1890, au cours de grandes fêtes bruxelloises qui se déroulèrent durant deux jours, le petit bonhomme distribua du vin et du lambic (bière bruxelloise). Actuellement, certaines sociétés folkloriques bruxelloises, ont gardé pour tradition lors de célébrations annuelles (Saint-Verhaegen,...) d'offrir à boire en faisant couler de la bière par le Manneken pis .
Le Manneken Pis est devenu avec la Grand-Place et l'Atomium, un des symboles de Bruxelles.
Une version féminine du Manneken Pis se trouve également à Bruxelles, la Jeanneke Pis.
Fonte: Wikipedia...
septembre 25, 2007
'Tintim' é novamente acusado de racismo
PARIS (AFP) - O Movimento contra o Racismo e pela Amizade entre os Povos (MRAP), uma das mais importantes organizações francesas contra o racismo, se pronunciou nesta segunda-feira a respeito da polêmica em torno de "Tintim", um dos personagens mais famosos no mundo dos quadrinhos e que tem sido constantemente acusado pelo conteúdo racista em suas histórias.A MRAP solicitou à Editora Casterman, que publica os diferentes álbuns de "Tintim", que inclua na nova reedição do livro "Tintim no Congo" um chamado de alerta contra os "preconceitos raciais".
A posição da MRAP, que reiterou seu "compromisso com a liberdade de expressão", foi mais contida em comparação a outras sobre o mesmo tema, que reclamaram claramente e até pediram que o álbum fosse posto fora de circulação.
Esse novo episódio do controverso "Tintim no Congo" começou em julho, quando a Comissão britânica para a Igualdade das Raças (British Commission on Racial Equality) acusou o livro de racista e pediu que ele fosse retirado de circulação.
Por essas denúncias, a Borders, uma das grandes livrarias britânicas, decidiu retirar o livro da seção "litera
tura para crianças" e colocá-lo em "Tiras cômicas para adultos".Poucos dias depois, um estudante do Congo da Universidade livre de Bruxelas apresentou, na justiça da Bélgica, uma queixa para denunciar o caráter racista da publicação e para solicitar que ela fosse retirada de venda.
No início de setembro, o Conselho Representante das Associações Negras (CRAN), na França, considerou a tira ofensiva e solicitou à Casterman que a retirasse das livrarias.
"Nesta tira cômica, os estereótipos sobre os negros são particularmente numerosos", afirmou Patrick Lozès, presidente do CRAN, organismo criado em 2005 e que afirma reunir cerca de 120 associados.
"Os negros são mostrados como imbecis e até mesmo os cachorros e os animais falam francês melhor", disse Lozès, recordando que o próprio autor da tira, Georges Remi (Hergé), havia reconhecido que teria escrito a tira "sobr
e forte influência da época colonial"."Tintim no Congo" foi publicado pela primeira vez em 1930, pela revista belga Le Petit Vingtième e logo depois pelas Edições Casterman, que obteve os direitos de publicação exclusiva dos diferentes livros que narram as aventuras do jovem repórter.
Este álbum foi lançado após "Tintim no país dos soviets", em que Hergé utilizou como fonte de documentação um panfleto marcadamente anti-soviético, escrito por um ex-cônsul belga.
"Timtim no país dos soviets" não foi republicado pela Casterman e os exemplares publicados em 1920 se tornaram em objeto de colecionadores e de numerosas falsificações, antes de uma edição em série em 1981.
Hergé afirmou mais tarde que no momento que criou os dois álbuns vivia em um meio que prejudicava sua visão sobre a antiga União Soviética.
"Era em 1930 e eu não sabia nada sobre esse país, além do que as pessoas relatavam nessa época", afirmou.
Hergé defendeu sua obra alegando que os personagens eram fictícios e que se eles faziam os brancos sorris, também podia fazer os congoleses gargalhar porque lhes dava motivo para debochar da estupidez dos brancos que os viam como eram representados pela tira cômica.
source: yahoo
août 15, 2007
Sugestão de leitura - Amélie Nothomb

Biografia da Fome[1]
escolha do assunto partindo de Vanuatu, um lugar que vive na abundância - o problema ali não é a fome, mas o contrário - parece uma introdução meio forçada. A partir da página dezesseis já começa pelo menos a ficar engraçado. O humor, a ironia, sobretudo ao tratar da infância, são os pontos fortes de A. Nothomb. É, então, ao falar da China e fome, que começa o interesse dessa sua narrativa autobiográfica, ‘a campeã da barriga vazia é a China’, diz a autora, e é por isso mesmo, pela necessidade de transformar tudo em comida que os chineses atingiram a excelência, o refinamento na arte culinária e não pararam aí, a fome os levou a descobrir tudo, a pensar em tudo, a tudo ousar “Estudar a China, é estudar a inteligência.” Escreve Nothomb.obs: Temos este e outros livros de A. Nothomb disponíveis em nossa biblioteca.
mai 04, 2007
R. Magritte

Ele estudou em Bruxelas na Académie Royale des Beaux-Arts. Mais tarde mudou-se para Paris onde tornou-se amigo de André Breton e aproximou-se do grupo surrealista.
A coleção mais importante de Magritte se encontra no Musées Royaux de Beaux-Arts de Belgique. Existe também, em Bruxelas, um Musée Magritte que é a casa onde viveu o pintor e sua mulher, Georgette por mais de 24 anos.
avril 15, 2007
GASTON LAGAFFE

Gaston Lagaffe, Personnage de bande dessinée belge,Créé en 1957.
En créant le personnage de Gaston Lagaffe, le dessinateur André Franquin réalisa une idée originale : mettre plaisamment en scène l'univers même de la rédaction du Journal de Spirou. Gaston y figure un employé de bureau comme on n'en rêve pas : gaffeur invétéré (ses nombreuses inventions, plus farfelues les unes que les autres, se soldent systématiquement par des catastrophes épouvantables), dormeur impénitent (il va jusqu'à installer un coussin sur son bureau, pour mieux faire son indispensable sieste), il ne sait produire que!… du courrier en retard qu'il accumule au-delà de toute proportion. Il est avant la lettre, le symbole de la «!bof génération!».
décembre 11, 2006
Chocolate recheado é obra-prima belga
Mas só bem depois dos descobrimentos é que os belgas esboçaram o trajeto que os levaria a ser um dos grandes países "chocolatiers" da Europa. Um brevê de 1667 permite que um belga de Bruxelas produza chocolate.Em 1846 a atual capital belga possuía cinco moinhos de cacau. Duas décadas depois, dois fabricantes já faziam chocolate com máquinas a vapor.Em 1912 os belgas criaram um ovo de Colombo gastronômico e se especializaram na produção das pralinas, de início amêndoas confeitadas que se tornaram um chocolatinho tenro e recheado. A colonização do Congo criou uma fonte de fornecimento estável de matéria-prima.Talvez não seja leviano dizer que nunca nasceu um cacaueiro em toda a Bélgica. O país se esmera no processamento do chocolate, e não na produção da matéria-prima. "Eles se especializaram no refinamento e na arte da chocolateria, produzindo bombons e doces. O cacau vem da América, da Ásia ou da África", explica o chef pâtissier francês Fabrice Lenud.Cada belga consome em média 7 kg de chocolate por ano. Mas a produ
ção é sobretudo exportada. Há marcas conhecidíssimas, como a Newhaus (1857), a Côte d'Or (1870) ou a Godiva (1920).São ao todo 150 empresas, em geral pequenas e médias, que empregam 11,5 mil pessoas e faturam anualmente 2,2 bilhões de euros. "O país é do tamanho da ilha de Marajó e é o maior produtor de chocolate do mundo. Boa parte de sua economia está baseada nisso", completa Lenud.O setor optou pela qualidade quando há cinco anos uma norma da União Européia facultou o uso de seis tipos de gordura que não fossem a de cacau. A Bélgica não queria perder para a Suíça e para a França o mercado de chocolates finos. Foi por isso que o cacau continuou a ser empregado pelas mais conhecidas empresas como fonte exclusiva de gordura. O uso apenas de manteiga de cacau, em vez de gorduras vegetais, é uma das características que garantem ao chocolate o atestado de qualidade e pureza.Há quatro museus do chocolate na Bélgica. O de mais fácil acesso se encontra em Bruxelas, num dos prédios históricos da conhecida Grand Place. O espaço reconta a história do alimento, com fotos e objetos, além de uma pequena oficina, que mostra todas as etapas da produção artesanal.novembre 16, 2006
Antuérpia - Bélgica
Antuérpia sempre teve destaque na Bélgica. No passado, era famosa por ser um grande pólo de comércio de tecido e um importante porto nacional. No presente, ganhou notoriedade por ser a capital da moda no país e por possuir uma agitada vida noturna.Mesmo conservando seu lado medieval e possuindo uma das maiores catedrais da região, a terra natal do pintor Rubens exibe um clima mais moderno que outros municípios de Flandres. A sensação que se tem, passeando pela cidade que fica a 48 quilômetros de Bruxelas, é que todo mundo ali é descolado.Sentiu-se um peixe fora d'água e tem dinheiro sobrando na viagem? Então, invista em novos modelitos. Nos postos de informações turísticas há folhetos com roteiros da fashion walk por E$ 3. Aos mais entendidos ou menos endinheirados, o Museu da Moda cumpre bem o papel. O local tem um design diferente e, na exposição permanente, vêem-se exemplares de várias épocas de chapéus, tecidos, vestidos, sapatos. Tudo separado por cores.Mas a principal cidade flamenga ainda é famosa por mais uma valiosa razão: seus diamantes. Cerca de 80% dos diamantes polidos no mundo vêm da Bélgica (pelo menos é isso que eles dizem). Saber mais sobre as tão cobiçadas pedrinhas fica fácil. Basta ir ao Diamant Museum ou à loja DiamondLand. Nesta última, além de conhecer o processo de lapidação do diamante em um tour de cerca de 10 minutos, pode-se adquirir uma dessas jóias.
octobre 31, 2006
Bélgica um pequeno grande país

Agência Estado
Preciosidades vão desde a história à gastronomia, além da proximidade com grandes centros europeus
Antuérpia pode levar a fama da capital da moda, mas Bruxelas não fica atrás quando o assunto é roupa com design moderno. Lá, um antigo bairro que foi revitalizado exibe hoje vitrines dos mais conceituados estilistas belgas. Na Rua Antoine Dansaert, lojas de novos nomes da moda como Jean Paul Knot e Nicolas Woit.Também há espaço para os mais conhecidos como Martin Margiela, que trabalha para Hèrmes e reforma o que não vende de jeitos bem ousados. Nem se surpreenda de ver uma saia com uma manga saindo pelos lados, por exemplo.O passeio é bem diferente e tem para todos os gostos, mas os preços são para lá de salgados. Vá mais para o finzinho da tarde. Assim, pode curtir uma cerveja e um bom jazz no L'Archiduc Café, que fica nas redondezas.Quem não se importa com os preços, mas prefere a moda mais tradicional, tem destino certo à sua espera: o Boulevard Waterloo, uma das mais elegantes avenidas da cidade. Chanel, Dior, Louis Vuitton, Rolex, Bvlgari, Giorgio Armani...
CONSUMISMOS
Grand Place, o melhor de Bruxelas em um só lugar
Grand Place
Praça belga é considerada uma das mais belas da Europa






